Línguas inquietas, repletas de olhares sobre a vida, com verdades vividas nas ruas e não só em livros, da experiência da revolta praticada, da contra-revolta, lançando aos microfones gritos, berros, urros, na tentativa de trazer ao mundo mais do que palavras. Vão além, no atingir pelo ouvido os cérebros, os sentidos ao dar sentido, e se fazer meio e nunca fim. Incomodam na verborragia desrespeitosa do pensamento pessoal, da reflexão diária em formato de interferência incoerente juvenil.
Um comentário:
o acento é no U ta... "où je suis"! rs
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